A Diabetes Mellitus está entre as 5 doenças que mais matam, chegando cada vez mais ao topo da lista. É uma doença metabólica caracterizada pelo aumento anormal de glicose (açúcar) no sangue. Embora ainda não haja uma cura definitiva, há vários tratamentos que podem melhorar a qualidade de vida.
FATORES DE RISCO:
• Urbanização crescente;
• Idade maior de 45 anos (envelhecimento da população);
• Estilo de vida pouco saudável, como: sedentarismo, dieta inadequada e obesidade;
• Sobrepeso (IMC - índice de massa corporal maior ou igual a 25);
• Antecedente familiar;
• Hipertensão arterial (maior que 14 por 9);
• Colesterol e/ou triglicerídeos maior que o normal;
• História de macrossomia ou diabetes gestacional;
• Diagnóstico prévio de síndrome de ovários policísticos;
• Doença cardiovascular, cerebrovascular ou vascular periférica definida.
PREVENÇÃO DE RISCOS:
• Mudanças de estilo de vida;
• Redução de peso (entre 5 a 10% do peso);
• Manutenção do peso perdido;
• Aumento da ingestão de fibras;
• Restrição de gorduras, especialmente as saturadas;
• Aumento de atividade física regular.
PRINCIPAIS SINTOMAS DO DIABETES:
• Aumento do volume urinário (acima de 2.500 ml por dia - observar que é volume, e não frequência);
• Sensação de sede em demasia;
• Fome excessiva;
• Perda involuntária de peso;
• Fadiga;
• Fraqueza;
• Letargia;
• Prurido cutâneo e vulvar;
• Inflamação conjunta da glande e prepúcio;
• Infecções regulares.
Atenção: na maioria dos casos o diabetes é assintomático.
CONSEQUÊNCIAS DO DIABETES:
• A expectativa de vida é reduzida em média 15 anos para o diabetes tipo 1;
• A expectativa de vida é reduzida em média 5 a 7 anos para o diabetes tipo 2;
• Os adultos com diabetes têm risco 2 a 4 vezes maior de doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral;
• É a causa mais comum de amputações de membros inferiores não traumáticas;
• Cegueira irreversível;
• Doença renal crônica;
• Em mulheres, partos prematuros e mortalidade materna.
OS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA DEVEM:
• Informar a população;
• Prevenir doenças;
• Identificar grupos de risco;
• Fazer diagnóstico precoce e abordagem terapêutica;
• Manter o cuidado continuado;
• Educar e preparar portadores e famílias a terem autonomia no autocuidado;
• Monitorar a qualidade do controle;
• Prevenir complicações;
• Gerenciar o cuidado nos diferentes níveis de complexidade.
DISQUE SAÚDE 0800 61 1997
Ministério da Saúde
Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasília / DF
CEP: 70058-900
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